22 junho 2012

Crônica: Feliz Por Nada


Por mal ou por bem, sou apaixonada pela Martha e aqui está uma crônica dela que eu amo, chamada Feliz Por Nada. Beijos

Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada. 
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou. Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma. Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo?
Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.
(Por: Martha Medeiros)

16 junho 2012

A Lola indica: Mentes Perigosas

Hello honeys! Bom, faz um tempão que eu não faço uma postagem e pensei em voltar com uma postagem chamada "a Lola indica". O livro que eu indico hoje se chama Mentes Perigosas - O Psicopata Mora Ao Lado que foi escrito pela psquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva.
Bom, a maioria das pessoas me pergunta o porquê de eu ler um livro sobre psicopatas e aqui está a resposta: "Psciopatas são fascinantes. Não tem sentimento algum e são verdadeiros gênios", é simples assim. 
O livro fala um pouquinho da mente confusa e complexa dessas pessoas "sem coração". Não tem nenhuma história fictícia, mas tem trechos de histórias reais e é bem emocionante.
Bem, espero que gostem! E até mais. Beijos

08 junho 2012

Boulevard Of Broken Dreams

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Primeiro capítulo de Sweet Revenge

Boulevard Of Broken Dreams

Olá. Não vou escrever “Querido diário”, pois diário é coisa de criança. Isso aqui é mais um conto de vingança. E como a vingança é um prato que se come frio, vou ter tempo suficiente para contar-lhes a minha história e o porquê dessa vingança.
Primeiramente, me chamo Emily. Emily Howard, filha do mega-empresário Tom Howard e da veterinária Jenna Smith. Não me pergunte o que levou minha doce e adorável mãe à se apaixonar pelo riquinho mimado do meu pai, só sei que depois de dois anos juntos, eles se separaram e agora eu moro com a minha mãe em uma pequena vizinhaça em um afastado bairro de New Jersey.
Tenho 15 anos de puro sofrimento e não sou o que se pode chamar de “garota bonita”. Mas, felizmente, aprendi com o tempo que garota bonita é só um termo criado pela sociedade para infernizar nossas vidas. Continuando, sempre fui baixa e meio gordinha. Nunca liguei para cuidar de meus cabelos e meus óculos fundo-de-garrafa nunca me foram um problema. Isso, é claro, até que entrei para THC High School, uma escola para adolescentes da elite que não ligam para quanto você tem de cérebro, só quanto você tem de peito. Aí foi que o terror começou. Olha, ser chamada de pobretona, ridícula, idiota, vadia, vaquinha e um bando de outras coisas calada. Só que eu aturava, engolia em seco, tentava esquecer, ignorava. Até um ponto de não deu mais. A pressão era demais e eu tive de mudar. Dependendo do ponto de vista, para melhor.

Quatro de maio, o dia infernal
Acordei cedo, mais uma vez tentando ignorar o enorme nó na minha garganta e uma imensa e descontrolada vontade de chorar. No entanto, eu não podia sequer choramingar, havia o risco de acordar minha mãe, que dormia tranquilamente no quarto ao lado.
Olhei para o relógio sobre a cabeceira. Estava cedo demais e eu precisava voltar a dormir urgentemente. Caso contrário, as memórias voltariam à minha mente como um filme de terror. Virei para o lado, tentando sem sucesso pensar em algo bom e voltar à dormir. Passados dez minutos naquela mesma posição, levantei desesperada e começei a andar pela casa, tentando inutilmente não fazer barulho. Desci a escada no escuro e sentei no chão da sala, coloquei o meu mais novo livro no piso frio e deitei-me de bruços.
A história era ótima, os personagens envolventes, o cenário ideal, mas nada disso parecia conseguir minha atenção. Tudo que vinha à minha mente era o inferno que eu teria de enfrentar em algumas horas.

I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don't know where it goes
But it's home to me and I walk alone
Senti um costumeiro enjoo quando mamãe me deixou na porta da escola. Lá estavam eles, os adolescentes idiotas que sempre me humilhava, rindo e se divertindo. Sinceramente, não dá para descrever o que eu sentia ao vê-los felizes. Talvez um misto de ódio, nojo e mágoa. Porque eles tinha o direito de rir e eu não? Por acaso eles são superiores à mim?
Mamãe pareceu notar minha tristeza, pois perguntou com a voz mais doce e delicada que consegui tão cedo:
–Está tudo bem, Emmy?
Emmy. Só ela me chama assim. Talvez seja porque não tenho muitos amigos, ou pois não confio neles o suficiente para deixá-los me chamar desse modo.
Dou o sorriso mais simpático que consigo e faço força para conter meu choro.
–Está tudo ótimo, mãe. Só um pouco de sono mesmo. Melhor eu ir, né? Até mais.
Saltou do carro e respiro fundo. Conto até dez. “Vaí ficar tudo bem” prometo à mim mesma, mesmo sabendo que não é verdade.
Caminho de cabeça baixa até meu armário, esperando que as pessoas não me notem. Mas elas notam, elas sempre notam. Especialmete ela. Hannah Olsen, o diabo em pessoa.

I walk this empty street
On the Boulevard of broken dreams
Where the city sleeps
And I'm the only one and I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...

Hannah dá um sorriso e posso ver o veneno escorendo por seus lábios. Suas “amigas”, Cassie e Andrea dão risinhos. Posso prever o estrago e fecho os olhos, inultimente tentando sair daquele lugar.
–Posso te perguntar uma coisa, querida? Você achou essas roupas no lixo ou comprou numa promoção de brechó?
Seus capachos dão risadas e Cassie me encara, pronta para seguir sua mestra e espalher seu veneno.
–Ouvi dizer que sua mamãezinha é veterinária, certo? Será por isso que você é igualzinha à uma porca? E o seu papaizinho, hein? Nunca viu ele, né? Deve ser um drogado, awn coitado. Ou será que sua mãe era uma puta quando engravidou?
Ouço várias risadas debochadas e alguns susurros. Aquelas vadias não parecem ter ideia de quanto aquelas palavras doem em mim. Ou talvez tenham. Não que isso faça sequer diferença. Elas não se importam mesmo.

My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'til then I walk alone
Ahh Ahh Ahh Ahhh
Ahh Ahh Ahh Ahhh...
I'm walking down the line
That divides me somewhere in my mind
On the borderline of the edge
And where I walk alone

Andrea finaliza a brincadeira, olhando com desprezo para mim e pegando meus óculos, me deixando parcialmente cega.
–Olha isso, deve ter custado dois dólares! Será que quebra fácil? –Consigo ver a morena jogando meus óculos no chão- Ops, quebra sim.
Grossas lágrimas escorrem por meu rosto, enquanto saio correndo para o banheiro. Suas risadas são como em eco em minha cabeça. De repente, só consigo sentir um baque e cair no chão.
De imediato, não levanto. Fico lá, soluçando com dor. Então, uma mão grande e quente me ajuda a levantar.
–O que houve? Você se machucou?
Aquelas palavras são um remédio para mim. Finalmente alguém parece realmente se preocupar comigo. Mesmo sem meus óculos percebo que é um garoto.
–Hey, meu nome é Zack Harries. E você?
Tenho medo daquilo ser uma brincadeira, dele estar fingindo ser simpático comigo, mas estou tão desesperada que respondo gaguejando.
–E-emily, Emily Howard.

Read between the lines of what's
Fucked up and everything's all right
Check my vital signs to know I'm still alive
And I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I'll walk alone
–Toma. É melhor secar essas lágrimas. –Ele me estende um pano e uma garrafa d’água- Beba um pouquinho, vai ficar tudo bem, certo?
Não, nada vai ficar bem Zack. Você não faz ideia de como nada está bem e nem nunca vai ficar. Não digo isso somente agradeço e me dirijo ao banheiro, me trancando em uma box e chorando até que minhas forças acabam e tudo que consigo fazer é encarar o ar.
Ah-Ah Ah-Ah Ah-Ah Ahhh
Ah-Ah Ah-Ah I walk alone, I walk a...
I walk this empty street
On the Boulevard of broken dreams
When the city sleeps
And I'm the only one and I walk a..
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'til then I walk alone!



04 junho 2012

Recomeçando em grande estilo

Hey amores! Primeiro, queria me desculpar por ter sumido e dizer que agora esse blog vai realmente funcionar, rs. Ok, vou começar aqui divulgando a minha fic mais nova, Sweet Revenge. Aqui a capa (feita por mim *-*) e a sinopse, espero que gostem.


Emily é uma adolescente que sofre bullying. Aos 15 anos é diaramente xinganda e humilhada, aguentando tudo isso de cabeça baixa. Até que um dia se cansa e resolve mudar. Emmy transforma-se em uma garota linda, fria e ambiciosa e jura se vingar de todos aqueles que a fizeram sofrer.
"Afinal, a vingança é tão doce quanto açúcar."

O link do Nyah! está aí, mas vou postá-la aqui de qualquer jeito, certo? Beijos









05 maio 2012

Novo blog *-*

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Oi amorecos! Peço desculpas pela demora para postar Sassy Girl, tô tão sem ideias *buáa* Mas enfim, espero que me perdoem e visitem meu novo blog. Beijos e logo mais um cap para SG, ok? Amo vocês!


*Clica*

22 abril 2012

Assinatura 2

Pro meu biscoitinho, espero que goste Laura! Beijos

21 abril 2012

Assinatura 1


Minha primeira assinatura no PhotoFiltre, rs. Está boa?